Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra

ALMOÇO DE NATAL DO RANCHO FOLCLÓRICO CCPS

Realizou-se no dia 9 de Dezembro, na sua sede em Lisboa, a Festa de Natal do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra (RFCCPS), festa de Natal dos Serranitos, festa de Natal dos Bombos, festa de Natal de Pampilhosenses, festa de Natal de amigos da Casa Concelhia.

Depois de vivido, o evento passa a histórico, registado por imagens e por escritos, tal como os azares e os vários tombos, vitimando as pessoas e os seus pertences, bem como a sua recuperação, com valentia.

 

Natal significa nascimento e renovação, esperança numa vida nova e mais feliz. Neste, de 2018, fica esta recordação, na Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, para quem quis.

É Natal, é Natal, nasceu Jesus em Belém,
Para um mundo melhor, pela luz que d’Ele vem,
com paz e amor, espírito de grupo e alegria,
celebração nesta Casa e neste dia.

Esta foi a homenagem prestada pelos regionalistas de várias casas regionais unidas na ACRL, na Casa de Concelho de Pampilhosa da Serra, celebrando o significado que esta festa encerra.

Mais um ano a chegar ao fim, mais um Natal para festejar, em família e com amigos, o nascimento de JESUS obriga-nos a reunir e a meditar.

José Fernandes Ferreira, Presidente da Direcção da CCPS, convidou e mereceu a adesão à celebração da Junta de Freguesia de Santa Maior, representada ao mais alto nível, apesar de ter uma deslocação agendada para aquela tarde para Amareleja, Alentejo, levando o Fado e esperando pela reciprocidade do Cante Alentejano.

Com o mesmo espírito de festejar o Natal com os amigos, José Fernandes Ferreira convidou os regionalistas e teve ao seu lado as Casas Regionais da Comarca da Sertã, dos Concelhos de Ponte de Lima, de Tondela, de Tábua, de Arganil, de Tomar, de Ferreira do Zêzere, de Alvaiázere e do Rancho Folclórico de Dornelas do Zêzere.

Prendas, amizade e admiração pelo trabalho desenvolvido uniram esta família, à mesa (comida bem confeccionada pelo José Alexandre com a ajuda de José Duarte, servida pela equipa da casa).

Usou da palavra Anabela Garcez Antunes, em nome da ACRL e das suas associadas, agradecendo o convite para o almoço de Natal, o facto de o RFCCPS ter colaborado com a ACRL no sucesso dos eventos realizados, quer através do Rancho, quer dos Serranitos (concertinas e bombos), enaltecendo o valor dos pampilhosenses, tão bem representados pela sua Casa Concelhia.

António Pais de Almeida leu a homenagem ao Rancho, aos Serranitos, aos Bombos e aos Pampilhosenses, em nome dos regionalistas presentes de Ponte de Lima, Tondela, Tábua, Arganil, Alvaiázere, Ferreira do Zêzere e Tomar e Comarca da Sertã.

José Fernandes Ferreira, presidente da direção da casa anfitriã, fez o ponto de situação sintético da vida da Casa no último ano, o papel importante do Rancho no cumprimento da sua missão, agradecendo a todos os que ajudaram a atingir os resultados alcançados, pedindo a manutenção de apoios, uma palavra amiga por amigos das Casas Regionais, nomeadamente as prendas recebidas da Comarca da Sertã, de Tondela e de Alvaiázere.

O diretor do Rancho pampilhosense José Antão, prestou homenagem a todos os elementos do seu Rancho, com entrega de algumas prendas especiais a quem se destacou.

O Dr. Miguel Coelho, Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em nome de toda a sua vereação, agradeceu o convite, fez questão de marcar presença pelo respeito que a CCPS lhe merecia, apesar de outro agendamento para a tarde, a requerer uma grande deslocação. Destacou o papel da Casa pampilhosense na vida da Freguesia, prometeu a manutenção do protocolo de colaboração, saudou as casas regionais e as populações que representam, tão importantes para Lisboa, com ênfase na cultura, tradições e história de Portugal existente em cada território sedeado na capital.

O Rancho trocou prendas de Natal, como é habitual, uns mais satisfeitos outros menos, mas isso é de somenos, porque fica a intenção sabendo-se que foi tudo de coração.

Os convivas comeram, beberam, confraternizaram, dançaram e partiram com a amizade e o conhecimento recíproco reforçado.

O regionalismo é assim, cada um gosta das suas origens mas tem respeito e admiração pelo virtuosismo e a riqueza das raízes de outras partes de Portugal. Todos juntos formamos uma grande Nação, com uma identidade que nos orgulha.

António Pais de Almeida

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